Já é quase uma ponte aérea: Curitiba-Budapeste. E que ponte grande! A viagem foi trânquila e cansativa dentro do previsto. Nada de mais. Nada de menos. Desembarcamos num calor desértico. Aqui não tem brisa e nem chuvas de verão. (Quando chove, é aquela tempestade que, muitas vezes, até em tragédias acabam.) Santo ar condicionado. Nos anos anteriores ainda era fresco a noite, no entanto estamos dormindo com ventilador. Detalhe: o ar condicionado é só na sala, porque é portátil. Próxima encarnação quero aparelhos "split" por toda a casa.
Mais ou menos recuperada da viagem, pretendo sair amanhã. Mas só no final da tarde. Sol de rachar só na beira da praia com brisa. A piscina terá que esperar a temperatura cair um pouco. Hoje pintamos o sete, brinquedos estão pela casa toda. E a Bela Adormecida não cansa de espetar seu dedo no fuso de uma roca.
Uma histórinha engraçada de Marina:
Na viagem de ida, ela escasquetou que queria sentar na classe executiva. Reclamou até. E mil porquês. Expliquei-lhe que a "cadeira branca" era muito cara e por isto comprei a cadeira menor. Tudo bem, passou. Na viagem de volta, assim que ela entrou no avião, apontou para o conforto da executiva e disse bem alto: "Olha lá mamãe, aquela cadeira que a gente não tem dinheiro pra comprar!". É mole?!
rá! sua filha foi ótima! criançasss!
ResponderExcluiré bom voltar pra casa, né?
vc ficará aí pra sempre? posso chamar de casa? ou casa é curitiba mesmo?
eita, que confusão!
beijo!
Ahahaha, que ótimo! Pior que vejo a minha fazendo isso daqui a alguns anos, hehehe.
ResponderExcluirBeijos