Maria Tereza casada com Flavio, mãe da Marina, esperando o Felipe, irmã da Calú e da Clarissa, filha de Déa e do Sérgio, curitibana de pé vermelho. E agora depois de 4 anos de vida húngara estamos de volta à raízes... Curitiba!!
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
balas, pirulitos e afins
Em Budapeste, sempre me chocava a imposição de uma dieta com ausência total de açúcar para as crianças. Nos lanches da escola, não existia pão de leite. Só integral. Iogurte só natural adoçado com mel. De frutas não podia, tem açúcar! Nos aniversários só o bolo e 1 pirulito. Sem falar nas cenouras e tomates eram servidos como se fossem coxinhas. Festinhas de aniversários eram coisas raras. Acho que 1 entre 10 crianças assopravam as velhinhas. Passava em branco mesmo. Mas isto é outro papo. E agora, em Curitiba, o que me choca é a quantidade de balas, pirulitos e afins que são servidos às crianças. Muita, muita e muita. Todas as semanas tem festinhas e dá-lhe porcarias. E não é só nas festinhas não. As pessoas oferecem balas sem mais e nem menos e claro, as crianças aceitam e ficam felizes. E também não perguntam aos pais se é permitido. E eu estou falando de pais esclarecidos. Gente, que exagero. Pra quê isto?? Tudo bem, brigadeiro, bolo. Mas balas e pirulitos?! Entre sexta e terça feira Marina já ganhou 3 saquinhos com lembrancinhas (lê-se porcarias comestíveis). Ainda bem que ela não aprecia muito. E espero que não se acostume com isto. Bom, fica meu protesto.
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Apóio o seu protesto, detesto, abomino mesmo, o execesso de doces que se dá a crianças aqui no Brasil. Neste ponto, pendo muito mais para a Hungria.
ResponderExcluirBeijos
Nem me fale... No ano passado fomos a tres festas em um mes. Nunca vi tanto doce na minha vida. Nem em epoca de Sao Cosme e Sao Damiao. Sem falar no exagero das festas: fiquei chocada. Em uma das festas serviram estrogonofe. Pode?
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