Maria Tereza casada com Flavio, mãe da Marina, esperando o Felipe, irmã da Calú e da Clarissa, filha de Déa e do Sérgio, curitibana de pé vermelho. E agora depois de 4 anos de vida húngara estamos de volta à raízes... Curitiba!!
segunda-feira, 20 de junho de 2011
taxistas
Se tem uma classe mau humorada na Hungria, são os taxistas. Os prestadores de serviços eram extremamente mau humorados, mas os taxistas ganhavam. Raramente peguei um com boa vontade. E olha que andei bastante de taxi por lá. Primeiro porque, dependendo do lugar, era mais prático. E pelo preço valia a pena. Segundo pela tolerância zero ao álcool. Sempre quando saía a noite com Flavio, íamos de taxi. Era muito bom. Pegámos um taxi até o centro e de lá andávamos a pé. Pra voltar, outro taxi. Também quando nos mudamos, ficamos 4 meses sem carro. Pode imaginar, o que é isto pra brasileiro que nunca tinha pisada na Europa?! Agora encararia numa boa. - Queria vivenciar novamente várias situações que tenho certeza que seria diferente. Como mudamos! E pra melhor. - Bom, hoje lembrei das grosserias húngaras, por conta de um taxi que peguei (quase não uso aqui). O motorista era super gentil. Guardou o carrinho do Felipe no porta malas na maior boa vontade (raridade na Hungria) e ainda quando viu que não conseguiria abri-lo. Pegou o Felipe no colo pra que eu pudesse fazê-lo. Nem acreditei. Uma vez, passei pela mesma situação, em Budapeste. Só que, o húngaro com toda raiva do mundo, saiu do carro, atirou o carrinho no chão e me deixou, debaixo de chuva, com a Marina num braço e bolsa no outro e um carrinho fechado no chão. Nem me lembro como me virei. Os taxistas húngaros não gostavam de carrinhos (dá muito trabalho colocar no porta malas!) e muito menos desciam do carro para te ajudar. No máximo, davam uma bufada pro banco de trás. Salve simpatia.
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