segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Divagações

Muito tempo sem escrever. Sem tempo. E depois do Iphone, quase não ligo o computador. Também estou organizando uma casa nova, na mesma cidade e quase no mesmo bairro. Então, só no buscapé. E como as coisas estão caras! As crianças estão ótimas. O bebê já tem 13 meses. E Marina, minha húngarazinha, quase 7 anos. E está cada dia mais brasileirinha. Esquecendo-se de quase tudo que viveu. Às vezes tem lampejos de memória de coisas banais como o modelo das facas de casa de Budapeste. Lembro-me muito do nosso apartamento com suas enormes janelas e seu pé direito alto.E da grama. De todas as janelas víamos grama e árvores.  A saudade é grande. A volta  trouxe meu filho. Um querido bebê que insiste em mamar de madrugada e não me deixar dormir. A cidade da gente nos traz a mesmice do dia a dia. Não sei se é porque não valorizamos o que é nosso, ou porque é sem graça mesmo. Sinto falta da descoberta da cidade. Lugares novos. Pessoas em movimento. Caminhar livremente. Andar de transporte público. Comprar em lojas legais de rua. E assim, vai... O que importa é que meu filhos estão crescendo perto dos avós. E tem sido uma delícia.

2 comentários:

  1. Ai, e eu, que nem família tenho aqui em Brasília? Não gosto do estilo da cidade, não consigo me identificar, e minhas filhas não têm avós por perto. Não é fácil, não é legal.
    Beijos e boa sorte na mudança!

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