Uma das coisas que mais sentirei falta desta vida fora, será o fato de estar sempre conhecendo pessoas novas. Quase toda semana conheço alguém diferente. Mesmo que seja por 5 minutos.
E conheço gente diferente com vida diferente. Exatamente o oposto da mesmice curitibana. Claro que tem gente que vale a pena e gente que não. Mas mesmo as pessoas que não valem a pena são interessantes. Esta diversidade me torna mais tolerante e mais auto crítica. Assim, quem sabe chego a um equílibro de valores e comportamento. Como eu gosto de observar as pessoas!
Prefiro mil vezes sentar num banco de praça e olhar os passantes a visitar museus. Principalmente se tiver sol!
Na escola de Marina, as mães entram no jardim para apanhar seus filhos. E ali, há uma grande interação entre mães (as vezes pais), professores e crianças. É um ambiente saudável e gostoso. E assim sempre vou conhecendo novas mães...
Hoje, pela primeira vez percebi uma certa afinidade com uma "nova" mãe que não é portuguesa! (As portuguesas neste momento estão curtindo o Algarve!). Em 10 minutos de conversa, ela me contou tudo sobre sua vida. Tin tin por tin tin. Claro que não é européia! Pois estas não contam nem onde moram e se é perguntado, respondem esquivando-se. Os europeus (exceto portugueses e italianos "again") são tão fechados que nem conseguimos perceber se poderão ser amigos em potencial. A mãe é uma americana de Nova Yorque. Super simpática e faladeira. Bem diferente das formalidades do velho mundo. É a segunda americana simpática que encontro na escola. E nenhuma delas me olhou como seu fosse um animal exótico. Eu sempre a via sozinha, apenas conversava com as professoras. Agora entendo o porquê. O povo aqui não é muito "friendly" com nativos de US . Sempre as generalizações! Como elas são tolas. E como é bom aprender que não devemos julgar um povo por uma única pessoa. Que burrice dizer, "estes brasileiros!" , "os húngaros são assim", "os franceses são assados". E mesmo no Brasil, quer país mais estereotipado?! Principalmente pelos próprios brasileiros...
oi, maria tereza, eu coloquei meu comentario no topico dos blogs, na comunidade do cachorrinho.
ResponderExcluirdah uma lida lah.
eh uma delicia ler o que voce escreve.
Obrigada Cris, mas pode comentar aqui tbém!
ResponderExcluirvou gostar!
adoro ler seus comentarios da vida europeia/hungara.
ResponderExcluireu vivi dois anos e meio com um americano que nao suportava hungaros, dizia que existe um ditado na europa que diz se voce quer um inimigo tenha um hungaro como amigo,,,,,e eu antes de viver com ele namorava a quase um ano um hungaro, radicado no Rio de Janeiro, um cara gente boa.
Dai a gente perceber que a torre de babel esta dentro de cada um.