domingo, 20 de fevereiro de 2011

Cisne Negro

Assisti Cisne Negro ontem. Fui com Flavio. As crianças (viu que chic: as crianças?!) ficaram na casa dos meus pais. Depois de criar a Marina sozinha na Hungria, estou deitando e rolando na mordomia que é estar perto da família. Eu adorei o filme. Super intenso. Estou pensando até agora nele. Estou pensando na relação da mãe/filha. Estou pensando no que uma mãe protetora é capaz de fazer na cabeça de uma filha. O domínio da mãe. O medo da filha. A neurose. O perfeccionismo. Daí que, como mãe, protetora, comecei a me questionar. E confesso, fiquei assustada. Será que chego próxima àquela mãe???? Acho que nem tanto...

2 comentários:

  1. Não vi ainda e nem sei quando vou conseguir, já que aqui não tenho esta mordomia, hehe. Mas é muito bom quando uma obra nos faz questionar a nossa vivência, né?
    Beijos e escreva mais!

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  2. Oi! Também refleti muito depois do filme. Escrevi sobre ele lá no blog da Carol Passuello: http://vinhosviagenseumavidacomum.blogspot.com/2011/02/cisne-negro-quando-perfeicao-sufoca.html

    Beijos

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