Maria Tereza casada com Flavio, mãe da Marina, esperando o Felipe, irmã da Calú e da Clarissa, filha de Déa e do Sérgio, curitibana de pé vermelho. E agora depois de 4 anos de vida húngara estamos de volta à raízes... Curitiba!!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Cisne Negro
Assisti Cisne Negro ontem. Fui com Flavio. As crianças (viu que chic: as crianças?!) ficaram na casa dos meus pais. Depois de criar a Marina sozinha na Hungria, estou deitando e rolando na mordomia que é estar perto da família. Eu adorei o filme. Super intenso. Estou pensando até agora nele. Estou pensando na relação da mãe/filha. Estou pensando no que uma mãe protetora é capaz de fazer na cabeça de uma filha. O domínio da mãe. O medo da filha. A neurose. O perfeccionismo. Daí que, como mãe, protetora, comecei a me questionar. E confesso, fiquei assustada. Será que chego próxima àquela mãe???? Acho que nem tanto...
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Não vi ainda e nem sei quando vou conseguir, já que aqui não tenho esta mordomia, hehe. Mas é muito bom quando uma obra nos faz questionar a nossa vivência, né?
ResponderExcluirBeijos e escreva mais!
Oi! Também refleti muito depois do filme. Escrevi sobre ele lá no blog da Carol Passuello: http://vinhosviagenseumavidacomum.blogspot.com/2011/02/cisne-negro-quando-perfeicao-sufoca.html
ResponderExcluirBeijos